Antes de procurar casa, a pergunta certa é: quanto crédito me aprovam? A resposta depende, em grande medida, da taxa de esforço (DSTI). Explico o que é, como é calculada e como estruturar o financiamento para ser aprovado em 2026.
A taxa de esforço, tecnicamente DSTI (Debt Service-to-Income), é a percentagem do rendimento mensal líquido do agregado que fica comprometida com o pagamento de todas as prestações de crédito — habitação, automóvel, cartões e créditos pessoais. É um dos critérios centrais que os bancos, seguindo as orientações do Banco de Portugal, usam para decidir a aprovação.
A fórmula é simples:
Taxa de esforço = (Total de prestações mensais ÷ Rendimento mensal líquido) × 100
Exemplo prático
Rendimento líquido do agregado: 2.500 €/mês
Prestação da futura casa: 700 € · Crédito automóvel: 200 €
Total de prestações: 900 € → 900 ÷ 2.500 = 36% de taxa de esforço
Neste caso, há margem confortável abaixo dos 45%.
Os bancos preferem manter a taxa de esforço num patamar prudente — habitualmente até cerca de 45% — para garantir que o cliente consegue pagar mesmo perante subidas da Euribor ou imprevistos. Ultrapassar esse valor não torna a aprovação impossível, mas exige uma estratégia bem montada.
É exatamente aqui que o meu trabalho como intermediário faz a diferença: analiso o seu caso e desenho a estrutura que maximiza a probabilidade de aprovação com a melhor prestação.
É a percentagem do rendimento líquido comprometida com todas as prestações de crédito.
Total de prestações mensais ÷ rendimento líquido × 100.
É mais difícil, mas há estratégias (prazo, consolidação, segundo titular, entrada) que podem viabilizar.
"Quero agradecer o excelente trabalho feito pelo Diogo, que me acompanhou nesta etapa tão importante da minha vida. É um excelente profissional. Faz um serviço de excelência."
"Como sempre, o Diogo foi um excelente profissional a tratar de todo o meu processo. Só tenho a dizer coisas excelentes do Diogo."